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Helio Souza
Comentário ·
há 9 anos
"Doutor" e "Excelência" não serão obrigatórios! Oohh, que legaaal!!... Mas eram? - Comentários ao PLS 332/2017
João Ralph Castaldi
·
há 9 anos
Falta de assunto? Falta de projeto de lei? Falta do que fazer...isso simmm!!! Arrumem uma lavagem de roupas!!!
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Marcia Bianchi
Comentário ·
há 9 anos
"Doutor" e "Excelência" não serão obrigatórios! Oohh, que legaaal!!... Mas eram? - Comentários ao PLS 332/2017
João Ralph Castaldi
·
há 9 anos
Desculpem os que discordarem, mas td isso é ridículo. Pl completamente inútil e inaplicável... tds continuarão usando os termos tradicionais de tratamento. Quando legisladores vão aprender que a língua é feita pelos falantes e não pelos legisladores:?
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Artur Neto
Comentário ·
há 9 anos
"Doutor" e "Excelência" não serão obrigatórios! Oohh, que legaaal!!... Mas eram? - Comentários ao PLS 332/2017
João Ralph Castaldi
·
há 9 anos
Minha humilde opinião. Para uma sociedade sem ego, os pronomes de tratamento, são de tal modo, educacionais. Oras, o respeito se conquista, mas também se limita. Quando chamamos com o pronome de tratamento um juiz - Vossa Excelência, não é por obrigação, é por respeito por sua posição, não pela sua pessoa, mas pela instituição jurídica que ele representa, naquela cadeira ou quando se pronunciar juiz, ele, representa o judiciário. E se for por causa de títulos? Oras, quantas decisões fundamentadas, que poderia dizer "livro", mais bem analisadas que qualquer tese de Doutorado? Doutor Sim! Vossas excelências, Doutores, Senhores, não quero massagear seus egos, e sim, impor limites de desrespeito. Usamos o referido tratamento como reverência a aquelas pessoas expressivas de saber ilibado, de estudos contínuos, de defesas incansáveis, de acusador notável... Sim! São Doutores por seu conhecimento. Então na minha humilde opinião, não posso exigir que alguém me chame com o pronome de tratamento adequado, mas posso lutar pelo respeito alheio e o reconhecimento dos outros colegas. É lógico que em muitos casos, ocorre a soberba, e ela geralmente é contaminante. Mas sejamos educados, não é obrigatório usar o pronome de tratamento, mas ele impõe limites e abre portas, dignifica a conversa. Claro que os títulos de doutorados nos dá o direito do pronome de tratamento, mas, hoje pecamos pelo mercado financeiro que os títulos são vendidos ao invés de ser horados por mérito de estudo ou por seu trabalho dedicado a sociedade por seu conhecimento.
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